H—01 · Hermes Agent · main
Desktop/Cloud e /stop ficam mais determinísticos
SOMENTE MAIN
O que mudou: um cluster de commits trata sessões de Cloud após troca de equipe, suporte a sessões Privy/NAS no login, rejeições de autenticação preservadas durante o cleanup do socket, reconexão rejeitada e redial explícito. No gateway, o fallback de /stop passou a reconhecer IDs com dois-pontos — formato real de salas Matrix — e a procurar um turno em execução no mesmo chat sem confundir prefixos.
Impacto prático: reduz sessões remotas que entram em loop de reconexão ou ficam sem comando de interrupção, especialmente em gateway multi-plataforma e Cloud. É uma melhoria operacional, não apenas de interface.
Decisão
Testar em staging com Cloud/gateway, Matrix e IDs de chat compostos; acompanhar antes de adotar em produção. A branch ainda não é uma release publicada.
H—02 · Hermes Agent · cron/gateway
Claims, watchdog e recarga de ambiente ganham limites claros
SOMENTE MAIN
O que mudou: o watchdog deixa de ignorar um worker quando não há snapshot de atividade e usa o tempo decorrido como fallback; a recarga de .env resolve referências autorreferentes uma vez por processo, evitando crescimento de PATH e eventual E2BIG; e os limites de skew/TTL do fire-claim do cron foram deslocados para o mesmo módulo-fonte, evitando fachadas antigas em processos longos.
Impacto prático: melhora a previsibilidade de jobs agendados e workers que atravessam muitas recargas, reduzindo falsos “travamentos”, claims inconsistentes e falhas de subprocesso por ambiente inflado.
Decisão
Prioridade alta para quem usa cron, gateway e plugins/MCP no mesmo processo. Validar com jobs que recarregam ambiente e com worker sem activity snapshot; não pinçar sem rollback.
C—01 · OpenAI Codex CLI
0.155.0 amplia o ciclo de vida dos agentes e a recuperação do daemon
LANÇADO
O que mudou: a release adiciona conversas experimentais por voz, resumo de raciocínio no TUI, ocultação/arquivamento/exclusão de tarefas no overview de agentes, ownership de worktrees, verificação Touch ID para requests MCP em macOS, agenda configurável de atualização do daemon e recuperação de threads/goals após reinício. O Bedrock pode obter credenciais AWS por comandos configurados, com cache, expiração e recuperação.
Impacto prático: aproxima o Codex de um runtime persistente e operável, não apenas de um CLI de turno único. Também melhora o encaixe em ambientes com MCP sensível e credenciais rotativas.
Decisão
Atualizar em perfil de desenvolvimento; testar codex app-server daemon update, recuperação após restart e fluxos MCP no macOS. Rever as novas proteções de sandbox/WSL antes de ampliar o rollout.
C—02 · Cline Desktop
SSH remoto chega ao Desktop; 0.0.32 corrige o startup
LANÇADO
O que mudou: o Desktop 0.0.31 permite escolher uma máquina remota por SSH, navegar projetos no host, executar ferramentas e manter sessões no remoto, enquanto aprovações e eventos retornam ao Desktop local. O helper é autocontido, sem apt, npm, root ou porta pública; chaves privadas não são copiadas. Subagentes independentes passam a executar em paralelo. O 0.0.32 corrige a regressão que podia impedir o backend de iniciar após a atualização.
Impacto prático: dá ao harness uma separação clara entre interface/aprovação local e execução no host remoto, útil para máquinas de build ou ambientes protegidos.
Decisão
Testar diretamente o 0.0.32. Registrar a limitação: sessões remotas ainda não oferecem anexos de arquivo nem abertura de arquivo remoto em editor local; hosts macOS exigem helper compilado localmente.
G—01 · Goose
1.51.0 reforça ACP, gateway pairing e extensões MCP
LANÇADO
O que mudou: a release adiciona roteamento do Desktop para o loop state-machine via metadados ACP, backend ACP externo com URL resolvida, suporte à GPT-live API, EUrouter declarativo e allowlist de operadores para pairing do gateway. Também corrige a seleção de versão preferida do MCP com retries HTTP, validação consistente de recipes no scheduler, comportamento do auto-compact a 100% e falhas silenciosas em runs headless interrompidos.
Impacto prático: melhora a operação de Goose como harness local/desktop conectado a extensões e backends externos, com mais controle na entrada de operadores e menos ambiguidade em scheduler/MCP.
Decisão
Acompanhar e testar em ambiente separado, principalmente pairing do gateway, recipes agendadas e MCP sobre HTTP. O valor é alto para automação local; ainda não justifica substituir um harness operacional já estabilizado.
A—01 · Claude Code
2.1.275/2.1.276 mexem em plugins, skills e gateways
LANÇADO
O que mudou: a 2.1.275 adiciona confirmação da conta no login do Claude apps gateway, tecla de envio imediato de mensagens enfileiradas, sincronização opcional de skills/plugins da conta claude.ai e instalação de plugin com marketplace explícito. Também corrige exposição de credenciais em URLs de marketplace e problemas em subagentes forked. A 2.1.276, publicada depois, corrige uma regressão que fazia todas as requests falharem com erro 400 em proxies/gateways que rejeitam a tag advisor_20260301.
Impacto prático: é relevante para quem opera Claude Code atrás de proxy, gateway próprio ou catálogo de extensões. A confirmação de identidade e o saneamento de URLs reduzem risco operacional; a sincronização de conta exige governança antes de ser habilitada.
Decisão
Atualizar para 2.1.276 em ambientes que usam ANTHROPIC_BASE_URL. Auditar as opções syncClaudeAiSkills/syncClaudeAiPlugins antes de permitir que extensões da conta atravessem o limite do projeto.
G—02 · GitHub Copilot CLI
Uso de skills, agents, MCP e plugins entra na Usage Metrics API
DISPONÍVEL
O que mudou: o GitHub passou a expor métricas de atividade de customizações do Copilot CLI: skills, custom agents, servidores MCP, slash commands e plugins. Relatórios de 1 dia e 28 dias oferecem totais por item e contagens de itens distintos. Para MCP, a métrica conta tentativas de conexão/reconexão, não cada chamada de ferramenta.
Impacto prático: cria uma camada de observabilidade para decidir quais extensões realmente são usadas, detectar lacunas de enablement e governar o crescimento do catálogo. Nomes definidos pelo cliente continuam agregados como other/custom.
Decisão
Registrar como capacidade de governança, não como recurso de execução. Vale testar nos relatórios da organização se a política de usage metrics estiver habilitada e se o papel tiver permissão de consulta.